Testemunhos

Planeamento Familiar

T.H., 29 anos, Lisboa

Após termos tido o primeiro filho, decidimos espaçar as gravidezes com um método natural por várias razões. Porém, como o parto tinha sido por cesariana tínhamos razões sérias para evitar uma gravidez por pelo menos por 2 anos, e por isso precisariamos de um método seguro e como evidência científica que demonstra-se eficácia semelhante aos métodos hormonais.

Após alguma procura, encontrámos o sistema FertilityCare e começámos a usá-lo como método de planeamento familiar. E foi a partir dessa altura que descobrimos verdadeiramente como a nossa fertilidade funciona e como é fantástica a sensação de sermos livres de comprimidos, hormonas, horários, dispositivos etc. Vivemos a nossa fertilidade em pleno e sem restrições ou supressões, pois podemos usar os dias férteis ou inférteis mediante a nossa intenção de querer evitar ou atingir uma gravidez.

Olhar para o nosso gráfico é saber perfeitamente como a nossa fertilidade e saúde ginecológica funcionam! Pois aprender a usar o Sistema FertilityCare é como descobrir como se faz um truque de magia, que aos olhos de quem não sabe é dificil ou quase impossível de compreender, mas que para o médico é simples e óbvio!

Obrigada Vanessa Machado por ter trazido o Sistema FertilityCare para Portugal.

Saúde da mulher

C.A., 31 anos, Lisboa

Há um tempo na minha vida antes e depois do FertilityCare.

Procurava há muitos anos (desde a minha adolescência!) ajuda para a falta de ritmo fisiológico que sempre caracterizou os meus ciclos menstruais. Muitas consultas, muita espécie de investigação mais ou menos superficial, muitas pílulas ora para o acne, ora para metrorragias, ora para o hirsutismo… Houve uma altura em que deixei de ter ciclos e pelo menos era melhor a menos do que a mais…

A verdade é que sentia que não compreendia o que se passava comigo, a origem das irregularidades e dos sintomas associados com que aprendi a conviver havia muitos anos.

Passados 8 meses de acompanhamento no sistema FertilityCare, sério, regular, atento a todos os aspetos da minha saúde, depois de uma investigação médica profunda, de um registo minucioso das observações e do cumprimento diário das sugestões que me foram dadas (sem efeitos secundários!), foi-se a enxaqueca e o cansaço excessivo, regularizaram-se os ciclos menstruais e o trânsito intestinal, melhoraram as queixas de pele e a terrível síndrome pré-menstrual…

Senti-me tratada como uma mulher inteira. Recuperei a minha saúde.

Obrigada à equipa do FertilityCare!

Creighton Model

Casámos em 2016 depois de quase 5 anos de namoro. Vivemos um namoro onde escolhemos não partilhar a nossa intimidade e sexualidade até ao dia do nosso casamento, o que nos trouxe muita alegria.

Quando decidimos casar sabíamos que queríamos controlar e viver a natalidade dentro do nosso casamento através dos métodos naturais e tomámos conhecimento do Creighton model. Durante os meses de noivado começámos a aprender mais sobre o método e sobre o corpo da mulher (não no geral mas concretamente no nosso caso, no caso da M, pois cada mulher é um caso diferente que precisa de ser observado como único).

A poucos meses da data do casamento decidimos que naquela fase inicial não quereríamos ficar à espera de um bebé e como tal a política que assumimos era a de controlar a natalidade com a ajuda do método. Depois de 7 meses de uma fase tão nova e tão boa nas nossas vidas como é a da vivência da sexualidade entre o homem e a mulher, sentíamo-nos a confiar a 100% no Creighton model: tínhamos tido espaço para conversar sobre se queríamos engravidar ou não particamente todos os meses, o que nos ia tornando cada vez mais unidos e em sintonia neste que é um dos temas mais importantes da vida a dois.

Ao fim de 7 meses ficámos à espera de bebé inesperadamente – e atenção (!), com isto não queremos dizer que não tenhamos usado dias férteis porque efectivamente o fizemos muito conscientemente, apenas não com o intuito conversado e expresso de que aquela altura seria a altura escolhida para começarmos a nossa família. A novidade veio com uma enorme surpresa (medos e preocupações), mas desde o primeiro minuto ainda que despercebida veio com uma imensa alegria também.

Percebemos que as razões que no dia em que casámos eram válidas para nós para não querermos aumentar a nossa família nessa altura, já não o eram 7 meses depois. Percebemos isto só depois de termos ficado à espera do nosso bebé e sentimo-nos muito gratos pois apenas através do método foi possível percebermos e vivermos isso na sua plenitude. O facto de utilizarmos dias férteis nas nossas relações com plena consciência e zero preocupação, revelou-nos que efetivamente já tínhamos mudado de vontade interiormente, mas que ainda não o tínhamos sabido expressar um ao outro. A grande mais valia do Creighton Model para nós (para além de estimular o diálogo entre o casal) é a naturalidade e tranquilidade com que vivemos a nossa sexualidade de casal e a responsabilidade que atribuímos à abertura à vida.

Agora olhamos para trás e o P não podia ter vindo em melhor altura: foi exactamente quando mais queríamos apenas ainda não o tínhamos sabido exprimir um para o outro.

Saúde da mulher

R&L, 2017

Depois de muito me questionar como seria possível viver a minha sexualidade, sem recorrer à utilização de métodos contraceptivos, a resposta chegou com o Fertility Care! Que lufada de ar fresco!

Descobri que viver o encontro a dois, entre marido e mulher, é muito mais do que o pequenino horizonte que me era dado pela pílula… redescobrir o corpo, o respeito mutuo, e os ritmos de tudo isto, eleva sem duvida o amor que sentimos um pelo outro! Permanecer aberto à vida, sabendo que ao viver os ritmos da nossa fertilidade poderemos espaçar as gravidezes, é lindo!
Somos mais responsáveis pela nossa própria sexualidade!
Sou muito mais mulher agora! Somos muito mais casal! Somos mais felizes e os frutos do nosso amor, como costumamos dizer, os nossos bebes fertility care, também são olhados com uma profundidade e alegria muito maior!

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